terça-feira, 30 de maio de 2017

Lobby LGBT põe de joelhos Judiciário do Mato Grosso do Sul

Jornalista condenado por possível complô político

Recentemente, as mídias LGBT divulgaram festivamente a condenação do Jornalista Roberto Flávio Cavalcanti na cifra de R$ 15 mil reais numa Ação Civil Pública movida pela Promotoria de Direitos Humanos do Mato Grosso do Sul, cujos pedidos foram acatados pelo Juiz David de Oliveira Gomes Filho, onde se pedia uma indenização pelos “danos morais” causados a travestis e transexuais locais.

A ação teve como móvel uma publicação de 2007 em que o blogue do Jornalista criticava uma enquete da Câmara Municipal de Campo Grande, capital do Estado, endereçando ao público pergunta se devia ser aprovado ou não o repasse de verbas públicas à Associação de Travestis e Transexuais do Mato Grosso do Sul (ATMS).

Eis a íntegra dos comentários impugnados como ofensivos pela Promotoria de Direitos Humanos:

É o cúmulo da patifaria cogitar distribuição de recursos provenientes de nossos impostos para os próprios e principais hospedeiros de doenças infecto-contagiosas como AIDS e Sífilis. Note que a verborragia da apologia homossexual sempre inclui palavras de toque gentil como ‘tolerância’ e ‘fim ao preconceito e combate à discriminação.’

Se o cidadão de Campo Grande não concorda com isso, poderá manifestar sua opinião numa enquete no sítio eletrônico da Câmara Municipal de Campo Grande, indagando se a pessoa é a favor ou contra a que a Associação das Travestis seja declarada de utilidade pública — título que permitirá à referida associação ser subsidiada pelo poder público.

Obviamente, existem em Campo Grande aplicações mais prioritárias e morais para o dinheiro público do que o subsídio a uma associação de travecos. Daqui a pouco poderão propor recursos públicos a pedófilos. Se você também é contra que o Estado financie o homossexualismo e a baitolagem, entre no sítio e vote NÃO.”

Fatos estranhos cercam a condenação do Jornalista em Primeira Instância

Em meados de 2014, foi criada a 67ª Promotoria de Justiça dos Direitos Humanos titulada pela Promotoria de Justiça Jaceguara Dantas da Silva Passos[1], autora da “ação-piloto” daquela promotoria, distribuída em dezembro daquele ano contra o Jornalista Roberto Flávio Cavalcanti.

Nesta ação, a Promotora buscava emplacar “tese de mestrado”, segundo a qual as manifestações homofóbicas (e também transfóbicas), deveriam ensejar a mesma proteção do Estado outorgada aos crimes de racismo, não obstante inexistir no Brasil qualquer lei penal neste sentido, no intuito de condenar o Jornalista por “danos morais” a travestis neste papel social.

O Jornalista alegava, em síntese, que o Ministério Público do Mato Grosso do Sul não podia substituir-se à Associação de Travestis e Transexuais do Mato Grosso do Sul (ATMS) como titular de uma ação coletiva; que não havia lei alguma punindo “discriminação por transfobia”; que os travestis neste exato papel social não poderiam desfrutar de honra alguma a ser zelada e, conseqüentemente, reparada; e que a ação já estava absolutamente prescrita, haja vista o fato de a publicação datar de setembro de 2007 e o Jornalista ter contestado espontaneamente a ação no início de 2015, prazo bastante superior aos 5 (cinco) anos que a jurisprudência fixa como limite para intentar ações desta natureza.

Todas essas alegações foram rechaçadas de forma telegráfica pelo juiz da causa, David de Oliveira Gomes Filho, que, coincidentemente, sempre elogiou publicamente medidas em amparo às pretensões jurídicas do movimento gay, inclusive em telejornais locais da Rede Globo[2], sendo a toda evidência um juiz suspeito para julgar o caso.

Juiz David de Oliveira Gomes Filho

A Promotora Jaceguara Dantas da Silva Passos, promovida em setembro de 2015[3], era pessoa mais suspeita ainda para acusar o Jornalista.  Tentava emplacar sua tese de mestrado na sua Ação Civil Pública intitulada “Mandados de Criminalização decorrentes de Tratados de Direitos Humanos”, escolhendo o Jornalista como alvo para sua “experiência laboratorial”.

Importante que se diga que a promotora em questão conserva fortes laços ideológicos com a agenda LGBT, como se comprova, a título de exemplo, nesta reportagem institucional do MPMS:

"A Procuradora de Justiça Jaceguara Dantas da Silva Passos, Coordenadora do Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça dos Direitos Constitucionais do Cidadão e dos Direitos Humanos (CAO dos Direitos Humanos), e o Promotor de Justiça Luciano Furtado Loubet, da 67ª Promotoria de Justiça de Direitos Humanos de Campo Grande, vão palestrar nesta sexta-feira (11/3/2016), a partir das 16h30min, durante o XXI ENTLAIDS (Encontro Nacional de Travestis e Transexuais que Atuam na Prevenção e Luta contra a AIDS), filiado à ANTRA (Articulação Nacional de Travestis e Transexuais), que acontece de 10 a 13 de março no Hotel Internacional, situado no centro de Campo Grande/MS."[4]

O Jornalista acabou sendo condenado em primeira instância pelo Juiz David de Oliveira Gomes Filho por “danos morais” a travestis e transexuais no importe de R$ 15 mil reais, e decidiu apelar ao tribunal para reverter sua condenação.

Fatos ainda mais estranhos em instância superior

Em segunda instância, uma Apelação é distribuída por sorteio àquele que se chama “Relator”, que presidirá o julgamento de uma turma composta por 3 (três) julgadores.  Dificilmente o voto de um relator é revertido pelos seus colegas de turma por uma questão de política da boa vizinhança.

Por uma destas incríveis “coincidências”, num colégio composto de 35 desembargadores do Tribunal de Justiça do Mato Grosso do Sul, a Apelação acabou sendo distribuída para a Desembargadora Tânia Garcia de Freitas Borges, e, portanto, Relatora da Apelação, apesar de uma probabilidade inferior a 3% para que tal fato se sucedesse.

Tânia Garcia de Freitas Borges é a única mulher a compor o colégio e feminista declarada[5]:

Temos números mínimos de vagas para as mulheres nas disputas de eleições nos partidos mas que não são preenchidos. Creio que os partidos não devem ser punidos mas que sim, devemos promover ações pedagógicas para que mais mulheres ingressem na carreira política”.

A Desembargadora Tânia Garcia de Freitas Borges e a Promotora Jaceguara Dantas da Silva Passos palestraram conjuntamente em prol dos “direitos das mulheres”:

No dia 9, às 19 horas, acontecerá um seminário sobre a Lei Maria da Penha com a desembargadora Tânia Garcia de Freitas Borges e a procuradora Jaceguara Dantas da Silva Passos.”[6]

Desembargadora Tânia Garcia de Freitas Borges

Outra reportagem nos conta que a Desembargadora Tânia Garcia de Freitas Borges é egressa do MPMS e, portanto, foi colega da Promotora Jaceguara Dantas da Silva Passos:

Tânia foi promovida ao cargo de Procuradora de Justiça no ano 2000, quando também compôs o Conselho Superior do Ministério Público e foi Coordenadora do Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça Cíveis.” [7]

Como Corregedora Geral da Justiça do Tribunal do Mato Grosso do Sul, Tânia Garcia de Freitas Borges baixou o Provimento nº 80/2013, cuidando da conversão das “uniões homoafetivas” em “casamento homossexual”.  A respeito do fato, assim destacou reportagem de 2013 de diário local: "MS é o primeiro estado no Centro-Oeste a regulamentar casamento homoafetivo"[8].

Mas a coincidência mais marcante e que dá evidência insofismável das correntes ligações do lobby LGBT ao Judiciário local, é que tanto a Promotora Jaceguara Dantas da Silva Passos quanto a Desembargadora Tânia Garcia de Freitas Borges tomaram parte de um mesmo evento, sendo agraciadas com o “Troféu Apolo Amigos da Causa”, da Rede Apolo/Rede de Homens Gays e Bissexuais de Mato Grosso do Sul, honraria concedida a “personalidades de segmentos e setores sociais, dentre autoridades dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, Ministério Público, jornalistas, comunicadores, educadores, juristas, ativistas, escritores, religiosos e mídias.”[9]


Procuradora Jaceguara Dantas da Silva Passos

Por tudo isso, podemos observar o quão notável é a influência do lobby LGBT sobre o Judiciário e o Ministério Público locais, tornando o julgamento do Jornalista Roberto Flávio Cavalcanti um possível jogo de cartas marcadas.  A condenação do Jornalista, ao que tudo indica, tornou-se uma questão de honra de um Judiciário e um Ministério Público bastante comprometidos com a agenda LGBT!


[1]        Disponível em <http://www.asmmp.org.br/leitura.php?id=2359> Último Acesso em 17/05/2017
[2]        Disponível em <https://www.youtube.com/watch?v=9wgQ9imr9yM> Último Acesso em 17/05/2017
Disponível em <https://www.youtube.com/watch?v=qv1JJC8CEuw> Último Acesso em 17/05/2017
Disponível em <https://www.campograndenews.com.br/cidades/decisao-do-tj-tira-casais-gays-da-informalidade-diz-juiz-da-vara-de-familia> Último Acesso em 17/05/2017
[6]        Disponível em <http://www.oabms.org.br/noticias.php?id=17755> Último Acesso em 17/05/2017
[8] Disponível em <http://diarionline.com.br/index.php?s=noticia&id=56556> Último Acesso em 17/05/2017

quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

Pela liberdade, resistir ao lobby LGBT

Por André Azevedo Alves

O ódio que move os radicais do lobby LGBT deve aliás começar por enojar e causar repulsa às próprias pessoas com tendências homossexuais que não partilham do radicalismo dos activistas.

Nos dias que correm, defender a liberdade implica, cada vez mais, resistir à ofensiva do poderoso lobby LGBT. Para que não haja confusões, importa começar por explicar que denunciar a ameaça do lobby LGBT não equivale, naturalmente, a ter qualquer hostilidade para com as pessoas em função da sua orientação sexual. Não se trata sequer necessariamente de denunciar quem defende posições ditas “progressistas” nestas matérias. Há, felizmente, muitos exemplos de pessoas que defendem essas posições e com as quais é possível ter debates produtivos e mutuamente enriquecedores.

O que está aqui em causa é denunciar uma minoria activista de pendor claramente totalitário que visa usar o poder do Estado para moldar a sociedade na exacta medida dos seus planos de engenharia social pervertida. O perigo dessa minoria é directamente proporcional à sua ampla influência nas estruturas políticas (em especial nas transnacionais), na comunicação social e nos sistemas de ensino e investigação: veja-se, por exemplo, o império dos chamados “estudos de género” e a orientação dominante – para não dizer hegemónica – desse tipo de estudos.

O ódio que move os radicais do lobby LGBT deve aliás começar por enojar e causar repulsa às próprias pessoas com tendências homossexuais que não partilham do radicalismo dos activistas. Um bom exemplo desse ódio foram as reacções contra declarações do insuspeito Ricardo Araújo Pereira, em que este se terá queixado da crescente opressão do politicamente correcto nestes domínios.

Um exemplo irónico porque RAP tem sido desde há anos um instrumento útil nas campanhas do lobby mas também paradigmático porque, como a história política dos movimentos radicais amplamente demonstra, chega sempre o momento em que a Revolução decapita os seus filhos pródigos.

No contexto das reacções, este artigo de Isabel Moreira merece destaque por ter a virtude de dissociar explicitamente a esquerda (ou pelo menos a esquerda na qual Isabel Moreira e outros activistas similares se inserem) da defesa da liberdade, colocando-se euforicamente no campo anti-liberal. Como explicou Maria João Marques:

A defesa da liberdade não é de esquerda. De esquerda é a igualização (à força, se preciso) dos indivíduos. E são Isabel Moreira e seus amigos (os deuses nos livrem e guardem) que sabem aquilo em que devemos usar a nossa autocontida liberdade. Não é de esquerda a defesa da liberdade de expressão, tal como não é de esquerda a defesa da liberdade de cada um de nós dar o destino que bem entende ao dinheiro que ganha com a sua profissão. Também conhecida como liberdade de não sermos continuamente e crescentemente abalroados na conta bancária por via fiscal.”

É a esta ofensiva anti-liberal que urge resistir, organizando meios de resistência que devem unir todos quantos defendem a liberdade contra o ódio e a intolerância do radicalismo do lobby LGBT. A recente criação em Espanha da Plataforma por las Libertades é um bom exemplo mas está quase tudo por fazer neste domínio, ainda para mais considerando a magnitude dos poderes e interesses que é preciso enfrentar.

Chegados a este ponto, importa recordar uma passagem da importante palestra dada pelo liberal Hayek na conservadora Heritage Foundation no início dos anos 1980, intitulada “Our Moral Heritage” (pedindo desde já desculpa por não arriscar uma tradução rápida do eloquente original):

"If you look at the present world, you will find that, with the exception of communism, all the worldwide religions (whether the monotheistic creeds of the West, or the exotic religions of the East) support the two principles of private property and the family. Even though thousands of religious founders have reacted against this and have advocated religious beliefs opposed to these two institutions, their religions have not lasted very long. ‘Not very long’, in this sense, means not more than roughly a hundred years. I think that we are presently watching one such experiment already in the state of decline before its hundred years are over. Communism is, of course, one of these religions, which are anti-property, and anti-religion, which had its time, and which is now declining rapidly. We are watching one instance where the process of the natural selection of religious beliefs disposes of yet another mistaken one, and restores the basic beliefs in property and the family.”

Embora o comunismo – pelo menos na sua versão “científica” clássica – se encontre hoje quase completamente desacreditado, o testemunho da guerra contra a família passou nos nossos dias para o lobby LGBT e para os defensores da agenda radical “do género”. Tal como aconteceu múltiplas vezes no passado, importa que todos quantos valorizam a preservação e continuidade da civilização europeia e ocidental e da sua ampla matriz de liberdades se posicionem solidamente do lado certo.

Votos de um Santo Natal para todos os leitores.

Professor do Instituto de Estudos Políticos da Universidade Católica Portuguesa

Fonte: Observador http://bit.ly/2htHKPz

sábado, 1 de outubro de 2016

Pesquisadora lésbica afirma que ninguém nasce homossexual

Pe. Mark Hodges

Pesquisadora renomeada que trabalhou com a American Psychological Association (APA), e activista lésbica, reconheceu que os homossexuais não "nasceram assim". A Dra. Lisa Diamond, co-editora-chefe do "APA Handbook of Sexuality and Psychology" e uma das "mais respeitadas associadas" da APA, afirmou que a orientação sexual é "fluída" e não imutável.

Como psicóloga clínica, a Dra. Laura A. Haynes resumiu os capítulos de Diamond no "APA Handbook", no seu livro e nas palestras do YouTube, afirmando, "A batalha para refutar a crença 'Nascidos assim e não dá para mudar' terminou, e (Diamond) está a dizer aos activistas LGBT para pararem de promover o mito."

Ao contrário do argumento típico de que os homossexuais "nascem homossexuais", e "é assim que eles são", e que não conseguem mudar, a APA reconheceu oficialmente (em 2011) que a orientação sexual pode mudar. Diamond resumiu achados importantes na sua palestra na "Cornell University" (2013),  declarando que pesquisas abundantes têm agora confirmado que a orientação sexual - incluindo a atracção, o comportamento e a auto-identidade - são fluídas tanto para os adolescentes como para os adultos de ambos os sexos.

Estas novas alegações chocam de frente com as leis recentes, promovidas pelos activistas homossexuais e aprovadas por vários estados, banindo a "terapia reparativa", que visa ajudar os pacientes que sofrem de atracção homossexual indesejada.

A justificação usada para as leis banindo a "terapia reparativa" é que todas as pessoas que sentem atracção homossexual não só são homossexuais nascidas homossexuais, mas também que isso é um facto imutável, e a a "terapia reparativa" (dizem eles) não só é infrutífera como é também cruel. O argumento é mais ou menos assim: "Tu não consegues mudar quem tu és".

Para além disso, muitos activistas homossexuais qualificam a sua orientação sexual de "o assunto actual mais importante em relação aos direitos civis", análogo à raça.  No entanto, a APA e Diamond refutam este argumento.

O Padre Johannes Jacobse, fundador do "The American Orthodox Institute", qualificou o "correcção de curso" de Diamond de "reversão surpreendente" em relação às frequentemente repetidas justificações dos homoeróticos:

O desejo sexual é fluido, o desejo homossexual não está "fixo"; o slogan "nasci assim e não posso mudar" é um mito; os sentimentos não superam a vontade (o comportamento é uma escolha, e as pessoas não precisam de agir segundo todos os sentimentos - especialmente no que toca aos sentimentos sexuais); o argumento "nasci assim" é um argumento político e não científico; a orientação sexual encontra-se sujeita à mudança, tal como outros sentimentos.

A ideia de que o que a pessoa sente é o que ela é - o que Deus lhe criou para ser - é falsa. Se a pessoa sente desejos homossexuais, isso não significa que Deus lhe tenha criado homossexual. Se pessoa decide enveredar pelo comportamento homossexual, essa é uma decisão tomada livremente, mesmo que o desejo não o seja. Se a pessoa sente o desejo homossexual mas deseja mudar para uma heterossexualidade mas normativa, existem evidências abundantes que revelam que tal mudança é de facto possível.


O comentador Hieromonk Mark salientou que esta revelação "tem implicações profundas nas acções políticas dos anos recentes, basicamente invalidando quaisquer apelos feitos à ciência para justificar a legislação recente em áreas relacionadas com a sexualidade, tais como o reconhecimento do "casamento" homossexual, a imposição de acesso aos lavabos com base nos "sentimentos" ou na "auto-identificação" dos indivíduos em torno do seu sexo, e a restrição de liberdade de escolha em torno das opções terapêuticas, especialmente em relação aos menores, nas áreas da atracção sexual indesejada, confusão sexual ou disforia."

O Padre Jacobse disse à LifeSiteNews que a admissão de Diamond e da APA "assola as bases dos activistas homossexuais que alegam que o homossexualismo está embutido na pessoa, da mesma forma que a heterossexualidade o está. O 'nascido assim' já não vai voltar a funcionar"

Em vez disso, a APA descobriu que o desejo sexual é fluído, pode mudar, e frequentemente é isso que acontece. Dito isto, pode-se dizer então que o desejo sexual está fundamentado em algo mais que a genética, e que as questões em torno do que são as divisórias válidas e necessárias no que toca à sexualidade humana - as áreas da lei natural, moralidade, e religião - são muito importantes em moldar as nossas ideias em torno do florescimento pessoal e social.
 
O Padre Jacobse disse que as implicações da pesquisa de Diamond significa que os terapeutas podem ajudar aqueles que se querem ver livres de atracção homossexual não-desejada.

Têm que ser dadas mais considerações às pessoas que podem estar a sentir desejo homossexual indesejado. Antigamente, os conselheiros eram desaconselhados a ajudar os clientes nas suas tentativas de mudar duma orientação homossexual rumo à heterossexualidade natural sob a rubrica da ideologia "nascido assim". Até os estados foram envolvidos ao banirem a "terapia reparativa" (entre outras abordagens) em resposta ao activismo homossexual.

A realidade dos factos é que as pessoas mudam o tempo todo, e os conselheiros que têm uma pré-disposição ideológica em favor do homossexualismo deveriam ser excluídos do aconselhamento a clientes que não têm essa pré-disposição, em vez de dissuadirem o cliente de que mudar é algo de anti-natural.

~ http://bit.ly/2dcF5V

domingo, 21 de agosto de 2016

Homossexuais e bissexuais são mais susceptíveis de ter doenças mentais

Por John Hydenius

Chegou o verão, e na Suécia isso significa que chegou a altura das paradas de "orgulho" homossexual. A única coisa diferente este ano é que o muito homossexual Milo Yiannopoulos está para chegar para liderar a parada homossexual no dia 27 de Julho. Isto prende-se com o facto da parada deste ano passar por Tensta, um subúrbio composto na sua maioria por imigrantes, e muitos deles provenientes de países muçulmanos. Veremos como isso vai correr.

Ficamos a saber também que uma pesquisa recente apurou que existem problemas de saúde excessivos entre os"gays", as lésbicas e os bissexuais. Estes grupos reportaram ter mais problemas de saúde do que os homens e mulheres heterossexuais.

Mais susceptíveis de fumar e de beber em demasia.

O estudo foi levado a cabo nos Estados Unidos junto de mais de 69,000 participantes. O National Health Interview Survey já existe há muitos anos, mas em 2013 e em 2014, e pela primeira vez, o mesmo incluiu uma questão relativa à preferência sexual. Os pesquisadores concluíram que os adultos que se identificavam como "gays", lésbicas e bissexuais "eram mais susceptíveis de reportar saúde física e mental enfraquecida, elevado consumo de álcool e de tabaco, potencialmente devido estressores que sofrem como resultado da discriminação interpessoal e da discriminação estrutural."

Os resultados revelaram que as lésbicas, quando comparadas com as mulheres heterossexuais, eram 91% mais susceptíveis de reportar saúde mais pobre. As lésbicas eram também 51% mais susceptíveis (e as bissexuais era duas vezes mais susceptíveis) de reportar múltiplas condições crónicas, quando comparadas com as mulheres heterossexuais.

Os "gays" e as lésbicas em mais susceptíveis de se envolver no consumo exagerado de bebidas alcoólicas e mais susceptíveis de fumar. 26 porcento dos homens homossexuais e cerca de 40 porcento dos homens bissexuais reportou (pelo menos) angústia psicológica moderada, quando comparados com 17 porcento dos homens heterossexuais. No caso das mulheres, cerca de 22% das heterossexuais reportaram stress psicológico moderado, comparado com 28% das lésbicas e 46% das bissexuais.

Gilbert Gonzalez, da Vanderbilt University School of Medicine em Nashville, e uma das pessoas que trabalhou neste estudo, é de opinião que o assim-chamado "stress das minorias" pode explicar as diferenças de saúde entre os heterossexuais por um lado, os "gays", as lésbicas e as pessoas que se identificam como bissexuais por outro. Ele defende que os bissexuais vivem numa situação pior porque nem sempre eles podem ser aceites pelas comunidades compostas por "gays", lésbicas e transsexuais.

Assim de repente ficamos a saber que os pesquisadores não são propriamente neutros em relação a este assunto visto que eles falam numa tal de "discriminação estrutural" que esta minoria sofre enquanto cresce nos Estados Unidos, país onde eles são constantemente louvados pelos média e pelas elites. Mas deixando isso de lado, o seu estudo revela alguns dados interessantes.

Para começar, não posso dizer que esteja surpreendido. Existem muitas razões possíveis que explicam o porquê da comunidade "lgb" (e possivelmente "t") ter mais problemas psicológicos que os heterossexuais. Um dos motivos pode ser o facto de algumas pessoas tratarem mal os membros dessa comunidade devido ao facto deles serem tão estranhos (por alguma razão eles são chamados de "queers"). Se eles insistem em agir em público segundo os seus estranhos apetites sexuais, é perfeitamente compreensível que algumas pessoas se sintam ofendidas.

Algumas pessoas podem até chegar a discriminá-las. O dono duma empresa com valores morais mais tradicionais pode-lhes negar algum tipo de serviço - por exemplo, recusar ser anfitrião num "casamento" homoerótico. Isto pode muito bem causar a que a dupla homossexual sinta algum tipo de stress. (No entanto. sou de opinião que isso é direito da empresa num país que se diz livre.)

No entanto, eu iria mais longe, e diria que, mais do que a discriminação (que de qualquer das formas não pode de maneira alguma ser assim tão comum nos países do Ocidente), existem outros factores que afectam a saúde mental das pessoas lgbt.

O facto da sua condição ser frequentemente descrita como muito mais precária do que realmente é, é algo que muito provavelmente os afecta duma forma negativa. Se lhes é  dito constantemente o quão oprimidos eles são por parte dos homens brancos, cisgénero e por parte da "direita religiosa" (mas não por parte dos muçulmanos, isso é certo), então claro que eles ficarão preocupados com a sua segurança e com o seu futuro.

Da mesma maneira, se por acaso dissermos a um negro um certo número de vezes que a polícia o está a perseguir e que o quer matar apenas e só por andar por uma estrada, então eventualmente ele irá acreditar nisso e começar a ter algum tipo de animosidade para com os policias e para com a sociedade no geral.

Porque é que se celebra o desvio sexual?

Mas há outro factor que eu quero trazer para a discussão. Não sou um cientista como o Gilbert Gonzalez, e irei claramente soar como uma pessoa desprezível cheia de preconceito (embora não seja a primeira vez), mas acho que há algo fundamentalmente errado com os "gays", com as lésbicas e com os bissexuais. Errado no sentido de que eles não foram feitos da maneira como deveria ser.

É suposto as pessoas, tal como todos os animais, se reproduzirem uns com os outros porque de outra forma, não estaríamos mais aqui. Desde logo, é suposto nós sermos heterossexuais, e como tal, os "gays", as lésbicas, e os bissexuais nasceram [sic] com uma constituição defeituosa. [Nota do tradutor: o homossexualismo não tem qualquer base genética, e alguns estudos salientam que essa preferência é condição aprendida, e não geneticamente condicionada.] E visto que eles têm algum defeito, não é de admirar que isso seja reflectido na sua saúde mental.

Eu não estou a dizer que há algo moralmente errado em ser-se homossexual, mas sim que existe um porquê deles serem uma pequena minoria da população. Este estilo de vida não é um que devamos encorajar nos outros, e os resultados do estudo mencionado em cima confirmam isso mesmo.

Será que se deve sentir orgulho por se nascer com algum tipo de defeito? Será que isso deve ser desfilado nas ruas como se isso fosse algo a ser celebrado? Será que devemos abraçar uma condição que prejudica a habilidade da nossa espécie de sobreviver? Não sei se posso concordar com isso.

http://bit.ly/29oKJ4Y

* * * * * * *

Claro que o homossexualismo é um desvio sexual, e como desvio que é, terá consequências terríveis para os seus practicantes. A saúde mental precária dos "gays", das lésbicas e dos bissexuais é consequência do conflito que é gerado entre o que eles sabem ser normal e os desejos que eles nutrem. Mais ainda, como estes estilos de vida são marcados por uma elevada taxa de promiscuidade sexual, é previsível que, após algum tempo, a imensa actividade sexual deixe de fazer algum sentido e se entre num processo humanamente irreversível de depressão e de falta de esperança.

O que muitas pessoas não sabem é que as pessoas que promovem este desvio sexual auto-destrutivo sabem que ele é destrutivo, e é precisamente por isso que o mesmo é defendido e avançado pelas elites. Pensem assim: se tu fazes parte da elite social e queres reduzir a capacidade do povo de colocar em causa o teu poder, que melhor forma há do que destruir a sua família e as estruturas sociais que fortalecem a sociedade?

É por isso que os grupos lgbt têm tanto ódio ao Cristianismo, mas nada ou pouco façam para atacar a atitude islâmica para com o comportamento homossexual; quem financia o movimento lgbt quer marginalizar e destruir a influencia do Cristianismo, e como tal, o movimento lgbt age segundo essas ordens superiores. Essencialmente, o movimento lgbt é arma que a elite usa para atacar a sociedade, e não movimento que emana dos desejos e das frustrações dos practicantes do homossexualismo; como tal, é por essa prisma que as suas consequências psicológicas e médicas têm que ser analisadas.

Para os practicantes do homossexualismo fica a pergunta: se o vosso comportamento é tão "normal" como a heterossexualidade, porque é que as consequências médicas são tão diferentes?

sábado, 6 de fevereiro de 2016

Lésbicas acusadas de espancar um rapaz

Por Warner Todd Huston

Dupla lésbica de Oklahoma foi presa pela polícia por alegadamente espancar e torturar um rapaz de 5 anos de tal forma, que ele passou por dois problemas vasculares cerebrais desde que foi admitido no hospital.

A polícia de Muskogee, OK, prendeu a mãe do rapaz, Rachel Stevens, de 28 anos, e a sua "madrasta" Kayla Jones, de 25 anos, por aquilo que os médicos dizem parecer serem meses de abuso infantil perverso.

O caso acabou por chegar à polícia depois da criança ter sido transsferida duma clínica em Muskogee para o St. John Medical Center em Tulsa devido a lesões na sua cara e devido também a convulsões. Mas quando o rapaz chegou a Tulsa, os médicas suspeitaram das suas lesões e determinaram que ele havia sido abusado, e que não estava só a sofrer de algum tipo de doença, como afirmou a dupla lésbica.

Os médicos rapidamente disseram à polícia que o abuso que o rapaz havia sofrido era tão sério que ele havia tido duas complicações desde que havia sido hospitalizado em Dezembro. As autoridades afirmaram que, desde que as duas lesbicas haviam dado início à sua relação, há 18 meses atrás, que o abuso ao rapaz havia sido constante. Os médicos disseram que o rapaz tinha vários ossos quebrados em várias fases de cura, e que se encontrava mal nutrido quando a polícia o retirou da dupla.

Segundo documentos legais, o rapaz afirmou que ele havia sido repetidamente amarrado, silenciado com fita na boca, fechado num quarto pequeno durante longos períodos de tempo, e que ambas as mulheres o haviam espancado periodicamente, por vezes com um cinto. O rapaz disse que a sua própria mãe havia esmagado a sua mão com um martelo, e que a sua "madrasta" o havia pontapead nos testículos com tanta força que ele havia sangrado.

O Promotor-Público de Muskogee, Orvil Loge, disse o seguinte em relação ao caso chocante:

Sempre que temos um caso de abuso de menores, ou abuso sexual, é sempre complicado visto que estamos a lidar com uma vítima muito inocente.

No entanto, as lésbicas afirmaram que o abuso era, de algum forma, auto-infligido, que o rapaz estava constantemente "a cair" e a aleijar-se. Segundo a News On 6, a dupla havia até iniciado uma página GoFundMe dedicada a angariar fundos de modo a que a dupla lésbica pudesse pagar as despesas hospitalares devido ao facto dele estar a ter "convulsões" com causas desconhecidas.

A página foi entretanto apagada, e ambas as mulheres foram acusadas de abuso infantil criminoso com lesões, e negligência infantil, e estão retidas na Prisão de Muskogee. Stevens tem mais duas crianças que também foram mantidas pelas autoridades.

- http://bit.ly/1Om8slV

* * * * * * *

Este é o tipo de violência doméstica que as feministas normalmente ignoram visto que não podem instrumentalizá-la e obter mais benesses sociais e financeiras. Tanto os homens como as mulheres são igualmente capazes de levar a cabo actos de violência e barbárie, mas a nossa cultura tem passado a mensagem de que a violência tem sempre o homem como agente causador, e as mulheres como vítimas eternas.

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